Toda dor tem uma história. Eu começo por ela.
Trato a dor na mandíbula, nos dentes, no rosto e na cabeça, sempre ouvindo primeiro sobre a vida de quem sente. Depois, examino, explico o que está acontecendo e planejo um tratamento feito para o seu caso.
Não é normal sentir dor todo dia.
Muita gente convive anos com essa dor achando que faz parte da rotina, ou que é só estresse. Estas são frases que eu ouço com frequência no consultório:
A sua ATM (articulação temporomandibular) conta o que você não diz em voz alta.
DTM, do início ao fim
DTM (disfunção temporomandibular) é o nome dado aos problemas na articulação da mandíbula, que fica logo à frente do ouvido, e nos músculos e ligamentos que fazem ela se mover.
Apertamento
Quando você aperta os dentes sem perceber, no trânsito, no trabalho, olhando o celular. Os músculos do rosto ficam sobrecarregados.
Bruxismo
Ranger ou apertar os dentes durante o sono. Desgasta os dentes e faz a pessoa acordar com dor e cansaço.
Dores de cabeça
Muitas dores de cabeça começam na têmpora e na nuca por causa da tensão dos músculos da mastigação.
Neuropatias da face
Dor que vem de uma alteração no nervo: queimação, choques, formigamento ou dor ao simples toque. Pede investigação criteriosa.
Eu escuto antes de examinar.
Sou a Dra. Juliana Calcagno Vertamatti, cirurgiã-dentista, e dedico o meu trabalho às dores da face e da cabeça. Atendo no Centro de São Bernardo do Campo.
Muitos pacientes chegam até mim depois de consultas rápidas, de um analgésico ou de uma placa que ficou na gaveta. Por isso, a primeira coisa que eu faço é ouvir: como você dorme, como está o trabalho, o que mudou na sua vida nos últimos meses. A dor quase sempre tem a ver com a vida que a pessoa leva.
Prefiro o tratamento conservador, acompanho cada etapa de perto e digo com honestidade o que indico e o que não indico. Respeitar, ouvir e cuidar: é assim que eu trabalho.
Tenho opinião forte, mas coração grande.
Um espaço calmo, no Centro de São Bernardo
É aqui que eu atendo cada paciente, com tempo para ouvir, examinar e explicar. Um espaço que eu cuido com o mesmo zelo que dedico a quem senta na minha cadeira.
O tratamento, etapa por etapa
Cada caso é planejado de forma individual. O que vem depois da consulta depende do diagnóstico, e quem indica cada etapa sou eu, no planejamento.
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Consulta
Você responde a uma ficha de 39 perguntas sobre sono, hábitos, postura e estresse. Depois conversamos sobre o seu dia a dia e eu faço o exame clínico, palpando a articulação e cada músculo envolvido na mastigação. Ao final, explico o possível diagnóstico e, se for necessário, peço exames complementares.
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Diagnóstico e planejamento
Com os exames em mãos, fecho o diagnóstico e monto o plano de tratamento para o seu caso.
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Primeiros cuidados
Orientações para o apertamento e o bruxismo, para o sono e para você se observar durante o dia. Quando há necessidade, receito medicação e você volta ao final dela para reavaliação.
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Terapias, conforme o planejamento
Laserterapia, agulhamento seco ou úmido, auriculoterapia, massagem facial e, em casos específicos, artrocentese ou viscossuplementação (procedimentos feitos dentro da articulação).
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Placa e acompanhamento
Quando indicada, a placa é feita exclusivamente para o seu diagnóstico. O acompanhamento é a cada três meses, porque sair da crise não é o fim do tratamento.
O que muita gente acredita, e o que acontece de verdade
Antes de você marcar
Já usei placa e não adiantou. Vale a pena tentar de novo?
A DTM não se resolve só com placa. Muitas vezes é preciso combinar medicação, fisioterapia, terapia com psicólogo, agulhamento para soltar as fibras musculares, atividade física, higiene do sono e mudança de hábitos. Por isso o tratamento começa por um diagnóstico correto.
Por que a primeira consulta é mais longa?
Porque eu preciso entender a sua história antes de examinar. A ficha, a conversa e o exame de cada músculo levam tempo, e é esse tempo que permite chegar a um diagnóstico correto.
Melhorei com a medicação. Preciso continuar?
Sim. A melhora com medicação e orientações costuma ser momentânea. Seguir o tratamento e o acompanhamento é o que evita que a dor volte ou se agrave.
Vocês atendem convênio?
Não. O atendimento é particular.
Atende crianças e adolescentes?
Sim. Crianças com bruxismo e jovens com dor na mandíbula, na cabeça ou no pescoço também são avaliados com o mesmo cuidado.
Consigo um diagnóstico pelo WhatsApp?
Posso orientar de forma geral, mas o diagnóstico só é possível no consultório, com a conversa e o exame clínico.
Vamos conversar sobre a sua dor?
Para agendar a sua consulta, fale comigo pelo WhatsApp. Respondo em horário de atendimento.
Falar pelo WhatsAppFique com Deus.
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